Baterias mudam o jogo da energia! Saiba como o Paraná inova com BESS para estabilizar a rede e resolver o paradoxo energético brasileiro. Clique e confira!
O setor elétrico brasileiro está entrando em uma nova fase, impulsionada pelo uso de sistemas de baterias (BESS) diretamente na rede local. Essa tecnologia permite que cidades, empresas e consumidores recebam energia de forma mais estável. Pela primeira vez, uma distribuidora passa a operar um sistema de armazenamento dedicado para equilibrar, em tempo real, a oferta e a demanda energética.
Um projeto notável, desenvolvido pela Matrix Energia em colaboração com a Pacto Energia Distribuição Paraná, foi implementado em Coronel Vivida, no Paraná. O sistema conta com dez baterias e uma capacidade total de 20 MWh.
Desde fevereiro, o sistema tem a capacidade de capturar energia em momentos de excedente, como os picos gerados pela energia solar. Essa energia é então devolvida à rede nos horários de maior consumo, o que ajuda a reduzir oscilações e diminui a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura tradicional.
Essa mudança ocorre em um momento de profunda transformação do setor, rumo à transição energética. Com o crescimento da geração distribuída, especialmente a solar, surgiu um desafio duplo: há excesso de energia em certos períodos e, simultaneamente, picos de demanda em outros.
Alexandre Gomes, vice-presidente comercial da Matrix Energia, apontou esse dilema: “O Brasil vive um paradoxo: ao mesmo tempo em que se fala em risco de apagão, também há energia excedente”. Nesse cenário, o armazenamento de energia ganha um papel central como solução para conferir flexibilidade à rede.
Até agora, os projetos de armazenamento no país estavam mais focados em usinas ou sistemas de transmissão. A entrada das baterias na distribuição, contudo, representa um avanço significativo, pois atua exatamente no ponto de encontro entre geração e consumo.
Na prática, isso possibilita que a própria distribuidora gerencie melhor os fluxos de energia ao longo do dia. Assim, há uma redução de perdas e uma melhoria na qualidade do fornecimento, tudo isso sem a urgência de novas obras de grande porte.
Mais do que apenas armazenar energia, o desafio, segundo o vice-presidente da empresa, é a gestão desse fluxo. É crucial que o sistema seja inteligente para otimizar o uso da energia.
A experiência mostra que a capacidade de resposta e a gestão preditiva são os fatores chave para o sucesso dessas implementações. Isso garante que a energia seja utilizada no momento exato em que é mais necessária.
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